(31/03/2025) – Depois de fechar o ano de 2024 com mais de R$ 350 milhões em vendas realizadas, a SKA, especializada em soluções tecnológicas para a indústria, projeta um crescimento de 22% em 2025, chegando a cerca de R$ 430 milhões.
Para atingir esse patamar, a empresa está investindo em novas soluções voltadas para a gestão digital das fábricas, avançando nas áreas de Inteligência Artificial (IA) e suas aplicações na indústria.
“Segundo dados divulgados no ano passado pela CNI, a Confederação Nacional da Indústria, 74% das empresas entrevistadas declararam que irão buscar crescimento a partir de novas soluções tecnológicas que qualifiquem as atividades já realizadas”, diz Siegfried Koelln, CEO e fundador da SKA. “Elas podem contar conosco principalmente para viabilizar a tão necessária transformação digital”.
De acordo com Koelln, da engenharia ao chão de fábrica, a SKA atua com tecnologias que potencializam o resultado dos clientes de todo o Brasil. A empresa, de origem catarinense (foi fundada em Joinville em 1989), oferece soluções especialmente nas áreas de design e inovação, fábrica inteligente e governança da informação.
A SKA promove soluções personalizadas e tecnologias de ponta para mais de 5 mil clientes de mais de 20 segmentos produtivos. Na sua carteira, enfileiram-se empresas de diversos portes e necessidades, como Volkswagen, Ambev, Weg, Marcopolo, Romi, Gerdau e Honda, além de instituições de ensino como o Senai e universidades.
Para manter todo esse ecossistema funcionando, a SKA conta com mais de 600 colaboradores em 15 escritórios, que estão presentes nos principais centros de manufatura do país.
Além das soluções ofertadas, a SKA conta com serviços que acompanham a evolução dos negócios, planejando e executando ações de forma multidisciplinar. Também são oferecidas assistências em treinamentos, cursos, simulações e suporte dedicado, potencializando os resultados em cada etapa da jornada.
“O nosso objetivo é levar o pilar da inovação para quem busca potencializar aquilo que já funciona, e chegar a melhorias que ainda não eram viáveis sem nossas soluções”, conclui Siegfried Koelln.